publicado 14 de ago. de 2026 · Por J. Bo.
Amamentação Saudável: Verdades e Mitos Desvendados pelo Ministério da Saúde para Proteger Seu Bebê
Ministério da Saúde promove ações para apoio à amamentação e qualificação em saúde ambiental indígena.

Ministério da Saúde Promove Fortalecimento da Amamentação e Capacitação de Vigilância Ambiental em Territórios Indígenas
O Ministério da Saúde está implementando ações integradas para apoiar mães, bebês e famílias através do Programa Nacional de promoção, proteção e apoio à amamentação. O objetivo é garantir assistência e atenção de qualidade em todas as etapas da gestação, do parto e do pós-parto.
Dúvidas Comuns sobre Amamentação
- "É normal o bebê querer mamar várias vezes ao dia"
Verdade! É aconselhável oferecer o peito em livre demanda, sempre que o bebê desejar. - "Depois dos seis meses o leite materno perde seus benefícios"
Mito! O leite continua sendo uma fonte essencial de nutrientes quando combinado com alimentação adequada após os seis meses. - "Quanto mais o bebê mama, mais leite é produzido"
Verdade! A produção de leite está ligada ao esvaziamento das mamas. - "Quem tem seios pequenos produz menos leite"
Mito! O tamanho dos seios não determina a quantidade de leite produzido. - "Toda mulher é potencial doadora de leite materno"
Verdade! Mulheres saudáveis com leite excedente podem se tornar doadoras. - "Se a mãe estiver gripada, deve parar de amamentar?"
Mito! A gripe não é transmitida pelo leite, e a amamentação deve ser mantida com precauções. - "O bebê deve ser alimentado exclusivamente com leite materno até os seis meses"
Verdade! O leite materno é suficiente até os seis meses. - "É preciso oferecer água ao bebê antes dos seis meses, principalmente nos dias quentes"
Mito! O leite materno contém toda a hidratação necessária. - "Usar mamadeira e chupeta pode atrapalhar a amamentação"
Verdade! Pode causar "confusão de bicos", dificultando a correta sucção no peito. - "O estresse pode fazer o leite “secar”"
Mito! O estresse pode dificultar, mas não parar a produção de leite.
Capacitação em Vigilância Ambiental para Saúde Indígena
Agentes Indígenas de Saneamento e outros profissionais estão participando de uma qualificação presencial para usar a Plataforma de Vigilância Ambiental e Saúde Indígena (Vigiambsi). Esse novo sistema visa integrar dados sobre saneamento e saúde nos territórios indígenas.
O treinamento ocorre no 2º Encontro Regional de Saúde Ambiental Indígena, realizado em Porto Velho. A iniciativa faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) e visa melhorar as ações de saúde ambiental através da coleta e análise de dados.
| Data | Local |
|---|---|
| 17 a 21 de agosto | Campo Grande (MS) |
| 31 de agosto a 4 de setembro | Manaus (AM) |
| 14 a 18 de setembro | Salvador (BA) |
| 21 a 25 de setembro | Belém (PA) |
A Vigiambsi é uma ferramenta de monitoramento que reúne dados de saneamento e saúde, contribuindo para que equipes indígenas possam planejar ações efetivas nos seus territórios. O projeto inclui a formação de multiplicadores e orienta as Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena (EMSI) para coleta e análise de dados.
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