publicado 30 de set. de 2026 · Por J. Bo.
Preço de Canetas Emagrecedoras Cai 70% no Brasil: Acesse pelo SUS com Investimento de R$ 1,5 Bilhão
Preços de canetas emagrecedoras caem 70%, Ministério da Saúde visa inclusão no SUS.

Redução de Preços em Canetas Emagrecedoras Avança no Brasil
O mercado brasileiro observou uma significativa queda de cerca de 70% nos preços das canetas emagrecedoras nas farmácias, conforme anunciado recentemente. O Ministério da Saúde está, de acordo com as informações, trabalhando ativamente para expandir o acesso a este medicamento no Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com estimativas do ministério, há previsão de investimento de R$ 1,5 bilhão no fornecimento de medicamentos gratuitos à população, com uma expectativa de redução de 80% a 90% nos preços desses produtos.
Ações do Ministério da Saúde
O Ministério tem realizado diversas ações para integrar as canetas emagrecedoras ao sistema de saúde pública. “Realizamos uma série de medidas que criaram um novo cenário favorável. Impedimos tentativas de extensão de patentes, possibilitamos a fabricação nacional e incentivamos fabricantes a registrar novos produtos no Brasil. Assim, conseguimos ampliar o acesso que antes era restrito a uma parcela pequena da população”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
É importante ressaltar que a redução dos preços não só multiplicou a presença das canetas emagrecedoras no mercado, mas também aumentou seu uso. Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revelam que o número de usuários mensais desses medicamentos saltou de 400 mil para 750 mil.
Perspectivas para o SUS
"Com a produção local, vemos a possibilidade de uma redução ainda maior de custos. A previsão é que, com um investimento anual de R$ 1,5 bilhão, seja possível incorporar esses produtos no SUS", destacou o ministro.
Incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS)
O Ministério da Saúde já solicitou à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) a análise desse tipo de medicamento. "Estamos falando sobre a incorporação de uma medicação que, quando combinada com alimentação balanceada e atividade física, pode ter um impacto significante, incluindo a redução dos custos do sistema de saúde. Isso contribui para a diminuição no número de cirurgias bariátricas e internações por condições cardiovasculares e recidiva de câncer", enfatizou Padilha.
Alinhamento com a OMS
A estratégia do Ministério da Saúde está alinhada com as recentes diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o uso do GLP-1 no tratamento da obesidade. A OMS ressalta a importância de associar esses medicamentos com uma dieta saudável e prática regular de exercícios físicos para alcançar resultados eficazes.
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